Nas rugas se descobrem os passos da nossa vida. Se fomos mais risos, preocupações ou inércias, é algo que a pele não deixa esconder. Parece que até a falsidade deixa um cheiro demasiado ligeiro no canto da boca. Prefiro os raios de sol espraiados desde o cantinho dos olhos, e a meia lua marcada nas bochechas: diz-me mais sobre uma alma! Traz-me mais consolo uma alma desconcertante, desafinada, que se desenrola à minha frente como um novelo, deixando nós apertados à sua passagem, do que um pássaro quieto, que não canta à madrugada. A primeira é o caminho improvisado que nos diz quem somos, e o desafio de tal caminhada molda-nos, como uma peça de barro, que começa igual às outras, e depois, consoante as mãos que o destino lhe faz calhar, assim será a metamorfose da nossa essência. Hoje, arrumava os livros na prateleira, e deparei-me com o livro que inspirou a criação deste blog, há mais de cinco anos. Chama-se Viagem Espiritual, e é do Nicholas Sparks e de Billy Mills. Foi ao ler este li...
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