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Best side of me

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E tu? Também vês as coisas pelo lado positivo?

Colagens...

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Presa num momento... Sento-me no autocarro, o fôlego ainda por recuperar, apenas por causa de uma minúscula corrida desde o metro até à paragem do autocarro. 19.00 era a hora de partida, e às 19.00 eu galgava os degraus do autocarro velho, já ligado e impaciente para partir, tal como o seu motorista. Encostei a cabeça ao assento, atordoada pela respiração ofegante de cão que me caracteriza sempre que dou um passo mais longo. E de repente, num desses ímpetos de respirar de uma só vez mais do que aquilo que cabe nos nossos pulmões, fui arrebatada por um cheiro familiar. Sabem aqueles cheiros tão familiares que nos trazem, colados a eles, fotografias detalhadas de momentos, de pessoas, de sensações? Foi isso mesmo que este perfume me deu: um álbum inteiro de recordações, numa só inspiração! Reconheceria aquele perfume em qualquer pele. Não me atreveria a descrevê-lo, há tantas palavras, mas nenhuma suficiente... Num pulinho, o passado envolveu-me e levou-me dali. Voltei a estar agarrada...

Saudade...

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Porque " há gente que que fica na história... na história da gente..." Às vezes perdes-te, num mundo em que não entra mais ninguém. Desligas-te, de nome e ouvido, abandonas-te sem emoções a umas lágrimas tão suaves que não caem, que não molham os olhos, que não saem de dentro do coração. Os pensamentos estão gelados e perdidos, bem longe de ti. Nesses momentos, vejo que te esqueces de existir. Conheço esse mundo, todos temos o nosso, mais cedo ou mais tarde... E foste tu que me ensinaste a guardá-lo com ternura numa gaveta das lembranças, e apenas recorrer a ele com um sorriso. Não conheço as palavras mágicas para te pôr bem, como tu soubeste. "As coisas vulgares que há na vida... não deixam saudades. Só as lembranças que doem, ou fazem sorrir." Percebes? Sinto-me impotente, porque no meu amor infantil, só me ocorre pedir-te que me leves contigo, que me deixes embarcar contigo para esse mar embalado de vazio. És tão forte... e eu às vezes fico num choro de moça perd...

Pequenos desafios II

Este foi o outro desafio lançado... Consiste na recolha de sete factos aleatórios acerca da minha vida. Então vamos lá... 1 - Adoro cães e gatos. Nada me faz sorrir como um companheiro de quatro patas! 2 - O meu maior defeito é a falta de auto-estima. 3 - A actividade que mais me preenche é a de ajudar. Nem que sejam pequenas coisas. Às vezes penso que estou a ficar enferrujada nisso... 4 - Sonho com o Nobel da Literatura. Já sei, é a coisa mais irreal que se pode imaginar, mas sonhar é bom... 5 - Quando (e se) tiver bebés, não quero saber o sexo deles até nascerem, e só escolho o nome olhando para a sua carinha. (lembrei-me desta, sei lá...) 6 - Adoro festinhas no cabelo! (se houver associação de viciados anónimos, eu inscrevo-me...) 7 - O meu cantinho favorito no mundo é o pôr-do-sol de M.C... junto ao mar, à praia e às estrelas. E agora, amigos bloggers... é a vossa vez!

Pequenos desafios I

Como diz e muito bem a minha querida Sininho , não digo que não a um desafio! Por isso aqui vai o primeiro... Ir à página 161 do livro que estou a ler e transcrever a quinta frase completa. "Grouard estava a suar." Profundo, não? O Código Da Vinci, Dan Brown. Deixo o Desafio a todos os autores dos blogs da minha lista!

Desafio

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"Show me a garden that's bursting into life. Let's waste time Chasing cars Around our heads. I need your grace To remind me To find my own. All that I am, All that I ever was Is here in your perfect eyes, they're all I can see" Chasing Cars - Snow Patrol Às vezes, uma música comercialóide, escrita por alguém que não conhecemos de lado nenhum, e que muito provavelmente nem sentiu o que escreveu, consegue tocar-nos nas nossas fragilidades. Porque descreve exactamente como nos estamos a sentir; ou porque se atreve a dizer coisas que só pensamos escondidos, com medo de as sentir; ou simplesmente porque nos embala, nos preenche naquilo que nos faz falta. E ao ouvir com atenção esta melodia, apercebi-me de que ela preenchia todos esses pontos em mim: fala de como me estou a a sentir, diz coisas que não sou capaz de exprimir da melhor maneira, e fala comigo da maneira que me faz falta. Embala-me... Não sou muito selectiva com música: se a voz for bonita, se a música me ...

E quando cai o pano...

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Quando o teatro começa... Eu amo e rio e choro, estou aqui, o papel faz-me gigante e imponente, sensual e forte, bela e apaixonada. Eu percorro esse soalho que me range timidamente debaixo dos pés sem a menor dúvida, a menor insegurança; sou olhada sem rancor nem desconfiança, porque sou eu - transparente e clara, de cores definidas. Quantas pessoas não choram com as minhas palavras? Quantas não sangram comigo, e não e se levantam comigo, para continuar a lutar? Quantas pessoas não se entregam à gargalhada por mim provocada, quantas não se apaixonam por mim? E a minha voz, limpa e segura, chega a todos, toca todas as almas dentro da sala. Todos sentem medo por mim e comigo, todos se perdem no meu sorriso. E ai, que eu brilho tanto, lá em cima... naquela que é também a minha casa, com aqueles que também são meus irmãos, naquelas falas que também são minhas! Não sei por quanto tempo, mas sei... ... que quando cai o pano... ... toquei vidas! Sei que retirei a muitas almas as suas preocup...